A ideia de seguir uma profissão tradicional já não é consenso entre os jovens da Geração Z. Cada vez mais, criar conteúdo para redes sociais, construir uma comunidade digital e monetizar a própria audiência tornaram-se objetivos profissionais.
O fenômeno acompanha o crescimento acelerado da creator economy, mercado global que movimentou cerca de US$ 252 bilhões em 2025 e pode ultrapassar US$ 1,3 trilhão até 2033, segundo levantamento da Grand View Research.
O interesse dos jovens por essa carreira também aparece em pesquisas recentes do setor. Dados compilados pelo relatório "Gen Z Creator Economy Report 2026" apontam que 28% da Geração Z já se identifica como criadora de conteúdo, número que deve chegar a um terço dos jovens ainda em 2026. Ao mesmo tempo, a atividade deixa de ser vista apenas como complemento de renda e passa a disputar espaço com profissões tradicionais.
No entanto, transformar influência em renda continua sendo um dos principais obstáculos. O mesmo relatório mostra que a maioria dos criadores ainda enfrenta dificuldades para monetizar seu trabalho de forma consistente. Em um mercado cada vez mais competitivo, conquistar seguidores não garante sustentabilidade financeira.
É nesse cenário que cresce a demanda por plataformas capazes de profissionalizar a jornada dos criadores. Com o crescimento desse mercado, empresas como a VIBX têm investido em tecnologia para ajudar criadores a profissionalizar sua atuação e ampliar oportunidades de monetização, oferecendo recursos que ajudam influenciadores a ampliar sua visibilidade, gerar negócios e construir uma carreira mais sólida dentro da economia digital.
"O maior mito da creator economy é acreditar que audiência gera renda automaticamente. O que gera receita é a capacidade de transformar influência em relacionamento comercial. Os criadores que vão prosperar nos próximos anos não serão necessariamente os maiores, mas os que conseguirem construir comunidades e operar sua produção de conteúdo como um negócio.", afirma Fernando Werneck, CEO da empresa.
Além da concorrência crescente, outro desafio é a concentração de renda no setor. Relatórios recentes indicam que apenas uma pequena parcela dos criadores consegue viver exclusivamente da produção de conteúdo. Por isso, especialistas apontam que o futuro da creator economy dependerá menos de viralizações isoladas e mais da construção de comunidades engajadas, diversificação de receitas e acesso a ferramentas que auxiliem na gestão da carreira.
Com a consolidação do mercado e o avanço das plataformas digitais, a expectativa é que a creator economy continue atraindo jovens talentos nos próximos anos. Para empresas e marcas, o movimento também representa uma oportunidade de se conectar com novos públicos por meio de criadores cada vez mais profissionalizados e preparados para atuar como empreendedores digitais.
