Em um cenário onde conexão cultural se tornou um dos principais ativos de branding, grandes marcas vêm disputando espaço não apenas na publicidade tradicional, mas também em manifestações populares capazes de gerar pertencimento, experiência e identificação regional. É dentro dessa lógica que a Natura retorna ao Festival de Parintins pelo segundo ano consecutivo como marca oficial de beleza do evento.
Mais do que um patrocínio pontual, a presença da empresa no maior festival folclórico a céu aberto do mundo se consolida como uma estratégia estruturada de construção de marca, utilizando cultura, regionalidade e experiência imersiva como pilares centrais da comunicação.
Neste ano, a Natura amplia sua atuação no festival com ativações que atravessam diferentes momentos da jornada do público, reforçando a assinatura “Tem cultura, tem mistura, tem Natura”.
A operação inclui experiências de beleza e bem-estar, vitrines temáticas, produtos colecionáveis inspirados nos bois Caprichoso e Garantido, distribuição de brindes, espaços de experimentação e ações voltadas tanto para o público quanto para trabalhadores envolvidos na realização do festival.
Segundo Júlia Ceschin, Head Global de Brand Experience da Natura e Avon, a estratégia foi desenhada para respeitar a identidade cultural local e fortalecer uma conexão genuína com a região amazônica.
O movimento evidencia uma transformação importante no branding contemporâneo: marcas deixaram de atuar apenas como patrocinadoras de eventos para se tornarem participantes ativas dos territórios culturais em que desejam se inserir.
Hoje, experiências imersivas, regionalização da comunicação e colaboração com comunidades locais passaram a ocupar papel estratégico na construção de relevância cultural e proximidade emocional com o consumidor.
Nesse contexto, Parintins surge como um dos principais territórios de conexão entre marcas e identidade brasileira. Ao unir beleza, cultura popular e tradição amazônica, a Natura reforça um posicionamento que busca valorizar diversidade, brasilidade e pertencimento.
A estratégia também passa pelo universo creator. Além da continuidade da parceria com as cunhãs-porangas Isabelle Nogueira e Marciele Albuquerque, a marca contará com criadores de conteúdo regionais e nacionais fortemente conectados ao território cultural amazônico.
O movimento acompanha uma tendência crescente no mercado: a valorização de creators locais como agentes legítimos de tradução cultural e aproximação regional das marcas.
Outro ponto central da operação está na transformação de produtos em itens de experiência e memória afetiva. A linha Natura Ekos Cupuaçu ganhará embalagens colecionáveis inspiradas nos símbolos e cores dos bois de Parintins, conectando consumo, identidade visual e cultura popular.
Mais do que vender produtos, a iniciativa reforça como marcas vêm utilizando edições limitadas e colecionáveis para ampliar engajamento emocional e gerar compartilhamento orgânico nas redes sociais.
Além das ativações no Bumbódromo e nas ruas da ilha, a Natura também levará a experiência para o varejo, ambientando lojas físicas no Amazonas com identidade visual temática e ações interativas voltadas ao público local.
Ao transformar Parintins em um dos principais pilares de seu calendário de experiências, a Natura reforça um movimento cada vez mais evidente no mercado: marcas que desejam relevância cultural precisam participar da cultura de forma ativa, regionalizada e genuína.

